Brasília sem Fronteiras - pt. 1
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| olha eu bem na frente :') |
Hey guys!
Como falei no post anterior, vou explicar tudo sobre minha viagem a Washington!
Essa viagem eu consegui realizar graças a um programa do governo da época, chamado "Brasília sem Fronteiras". Ele possibilitou a ida de muitos alunos dos vários CILs que tem em Brasília para algumas cidades dos EUA. Se bem me lembro, o programa era dividido em três grupos (o meu era Liderança e Empreendedorismo) e cada grupo ia para uma cidade diferente dos Estados Unidos (sendo que meu grupo foi para Washington).
Como minha memória não permite, não vou conseguir dar muuuuitos detalhes, mas to me esforçando bastante para poder detalhar o máximo que eu puder dessa viagem que foi marcante para mim.
Em 2014, vi anunciarem sobre esse programa (que teve uma primeira edição no ano anterior e que não pude participar, pois eu não estava mais fazendo CIL). Para minha felicidade, foram abertas vagas para um programa especial no CIL, o qual eu estava cursando, então eu estava apta a participar da edição de 2014, yay!
Para ingressar no programa, era necessário estar cursando o CIL, se inscrever e fazer uma prova de conhecimentos gerais de Brasília (acho que tinha Inglês, já que iríamos pros EUA né, mas não me recordo mais). Adivinha quem organizou a prova? Aquele que não deve ser mencionado
No dia da prova, fiz ela da melhor forma possível, já me imaginando embarcando, conhecendo várias coisas e vivendo altas aventuras. Eu precisava combater os pensamentos de medo que eu estava sentindo com pensamentos de confiança (mesmo sem sentir um pingo de confiança). Desde quando eu soube do programa, comecei a pedir muito a Deus que eu conseguisse, muito mesmo. Apresentei a Ele meus medos e confiei que se fosse da vontade Dele, eu iria. Antes e durante a prova, pedi que Ele me guiasse para que eu respondesse corretamente, a fim de conseguir a pontuação necessária para passar. Quando a prova acabou, pedi novamente que eu passasse: era um novo sonho meu e eu precisava realizá-lo.
Se bem me lembro, no dia seguinte ou uns dois dias depois, o gabarito foi publicado. Muito animada, eu comecei a corrigir meu caderno de provas. E cara... que decepção. Questão após questão, eu via mais erros do que acertos e logo pensei: "Droga, não vou conseguir a pontuação suficiente". Quando eu terminei de corrigir, tive essa certeza. E foi instantâneo: comecei a chorar. Chorar de tristeza, por não conseguir ir; chorar de raiva, porque eu não havia me esforçado o suficiente; chorar de medo, por achar que Deus não havia ouvido minhas orações; chorei, chorei e chorei. O resultado oficial sairia pouco tempo depois, mas nem queria mais saber do programa. Já havia comunicado minha família e amigos que não tinha sido daquela vez.
Chegando no dia do resultado, eu nem fui atrás para confirmar minha reprovação, só queria evitar o máximo qualquer coisa relacionada ao Brasília sem Fronteiras. Nessa época, eu já estava fazendo estágio no Ministério da Justiça, então aproveitei para me concentrar e dar o meu melhor. No fim do dia, recebi uma mensagem de um amigo meu me parabenizando. Juro que não entendi do que ele estava falando, até que ele me mandou um print de um PDF com meu nome e uma nota. EU HAVIA PASSADO!!!!!!!! Ok, quando ele me mandou a mensagem, fiquei olhando um tempão, desacreditada. Resolvi ir até o site do Cespe e baixar o arquivo eu mesma. Meu nome realmente estava lá. De imediado, comuniquei minha mãe, alguns familiares e amigos mais próximos (na verdade, eu queria que eles me confirmassem se eu havia passado de fato). E sim, para a honra e glória de Deus, eu tinha conseguido. Eu tinha conseguido uma oportunidade para estudar nos Estados Unidos!

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